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E eis-nos chegados às margens do Mekong

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Se houve cena engraçada - e imprópria para cardíacos! - foi a de algumas criaturas da nossa trupe a tentar saltar do pontão enlameado e lodoso para dentro de um bote a motor que nos fez passar da Tailândia para esse belo país que é o Laos. A princesinha indiana, então...foi um fartote de riso ver a criaturinha desengonçada a fazer balouçar perigosamente o barco onde ia entrar, especialmente depois de ter 'atascado' o dito com a quantidade de malas que os seus aios improvisados de momento e a troco de algumas moedas para lá carregaram. Na primeira fronteira terrestre que atravessámos, foi altura de tirar o visto, cambiar algum dinheiro e prosseguir viagem, desta feita de minibus. De cujo interior, em andamento, aproveitei para tirar estas fotografias dos meus primeiros arrozais desta viagem. Até Huay Xai, foi um longo desfilar de paisagens similares a esta, que me encheram os olhos de verde. Nessa cidade, capital da província de Bokeo, ficámos alojados na Arimid Guesthouse, que ...

A caminho do Laos

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Ao quarto dia, saímos de Chiang Mai pela manhã, em duas minivans . Em direcção à fronteira com o Laos. Mesmo antes da hora do almoço, chegámos a Chiang Rai. E parámos junto a um tascoso de beira de estrada. Onde se comeu um pad thai muito bom. E do outro lado da estrada, mesmo sem contarmos, estava este templo. Que valeu a pena visitar sob o calor tórrido do meio-dia. O templo chama-se Wat Rong Khun e é fruto da imaginação do artista contemporâneo Chalermchai Kositpipat. Como se pode ver, é absolutamente grandioso. E trata-se apenas de uma pequena parte - em construção - daquilo que virá a ser, quando pronto. Prova disso são os andaimes que aqui e acolá se encontram. Um pormenor interessante. Daquilo que virá a ser um conjunto de nove edifícios. Cuja construção começou em 1998 e era suposto ter terminado em 2008. Mas, pronto, parece que as obras no Norte da Tailândia e aqui neste cantinho à beira-mar plantado não diferem muito, no que toca a derrapagens de prazos e de verbas! Enfim...m...

E comer ursos em Chiang Mai...?

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Ainda que sejam de arroz... :)) E a acompanhar um delicioso ensopado de legumes... Ao terceiro dia, ainda o jantar era em grupo mas, muito em breve, haveria cisões. De qualquer modo, o jantar foi muito giro, ao ar livre, numa praça onde tivemos direito a banda sonora - uma que seria fantástica se tivéssemos sido teletransportados para os anos 70 e a senhora que cantasse tivesse alguma noção básica de afinação... Ora, como esse não era o caso, foram engraçados os sorrisos cúmplices e as gargalhadas quando acertávamos na música-pesadelo que se seguia! E foi nesta cidade pequena que, perdendo a timidez e o receio que nos aplacavam a curiosidade em Banguecoque e depois de umas breves compras no local night bazaar, que eu e a Klara (a companheira de viagem suíça, de ascendência checa, com quem tinha trocado apenas algumas palavras) decidimos aventurar-nos a experimentar a massagem tailandesa.E foi uma experiência e tanto! Para começar, porque a negociação do preço da dita massagem foi uma p...

Ainda ao terceiro dia...

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mas já depois de um retemperador banho pós-bamboo rafting, partimos à descoberta do templo Doi Suthep. Doi Suthep data de 1383 e é o mais famoso de entre os não pouco numerosos templos de Chiang Mai. Uma das características mais interessantes deste templo, que depois redescobri em diversas variantes viagem afora, é o início da escadaria - neste caso, de mais de 300 degraus - que nos conduz ao refúgio espiritual propriamente dito. O início é constituído por duas magníficas e gigantescas estátuas de uma serpente, de cuja boca saem sete outras serpentes, que ladeiam a escadaria, e cujo corpo, servindo de forma ao corrimão, se estende degraus acima. Os ladrilhos brilhantes e coloridos de que são feitas as estátuas são absolutamente hipnotizantes. Lindos mesmo! E, depois de 12 km a escalar a montanha, situada a noroeste da cidade, em ritmo de montanha-russa - mas felizmente de autocarro! - e de subir os mais de 300 degraus que aqui vos deixo, chegámos ao topo. E, num fim de tarde quente, a...

Chegados a Chiang Mai

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Fomos tomar um óptimo pequeno-almoço...uns, com café com leite, pão, cereais e fruta e, outros, logo a enfardar sopa com noodles e a beber diet coke como prato principal - e único! - da dita refeição! Mas era a biodiversidade que começava a vir ao de cima entre europeias continentais, por um lado, e europeus insulares, americanos e australianos, por outro... Mas, a bem dizer que estávamos mesmo precisados de um bom pequeno-almoço. Não só por causa das 14 horas de viagem de comboio. Como também por aquilo que nos esperava. Mesmo antes de chegarmos ao recinto dos elefantes, fomos comprar alguns cachos de bananas e cana-de-açúcar. Na altura, não percebi muito bem a que se destinavam mas estranhei que fôssemos comer bananas tão verdes... Afinal, as bananas e as canas de açúcar eram para os paquidermes! E que gulosos eram eles: quando estava a subir as escadas de uma plataforma em madeira para conseguir sentar-me numa daquelas cadeirinhas que cada elefante tinha, levava um cacho de banan...